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IMPLANTE: A SOLUÇÃO MAIS AVANÇADA PARA DENTES PERDIDOS

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Os implantes dentários são considerados, hoje, a solução a mais avançada para repor dentes faltantes com resultados realmente excepcionais. A taxa de êxito em longo prazo do procedimento chega a 95%.

A técnica consiste em implantar na maxila do paciente (o local onde se encontrava a raiz natural do dente) pinos fabricados em titânio e, sobre esses pinos, instalar a prótese com dentes artificiais, confeccionados em laboratório.

Falando assim parece simples. Mas até chegar a essa solução foram necessários muitos estudos, aprimoramentos de técnicas e pesquisas de materiais que não causassem rejeição e se integrassem naturalmente ao osso.

Apesar de a Humanidade, desde os mais remotos tempos, procurar substituir, das mais diversas formas, por razões estéticas e funcionais, dentes perdidos, a primeira experiência totalmente bem sucedida de implante ocorreu apenas na década de 1960, na Suécia.

A técnica foi desenvolvida por meio de uma descoberta em parte acidental ocorrida em 1965, na Universidade de Gotemburgo, na Suécia. Naquele ano, o professor Per-Ingvar Brånemark investigava a microcirculação sanguínea em tíbias de coelho com ajuda de uma câmara de observação em titânio.

Durante seu trabalho Brånemark percebeu que o metal da câmara e o osso das tíbias dos coelhos se integravam perfeitamente, sem haver rejeição. O processo foi chamado de osseointegração. Daí para a fabricação de parafusos de titânio que podiam ser implantados nos ossos da maxila e da mandíbula para, posteriormente, servirem como base (raiz) de próteses, foi um passo.

Hoje, a técnica evoluiu e as cirurgias, que no início levavam cerca de seis horas e precisavam ser realizadas em hospitais com anestesia geral, passaram a ser feitas em cerca de duas horas, no consultório dentário e com anestesia local.

O implante mais antigo?

A preocupação com os dentes vem desde os mais remotos tempos. Conforme mostra um artigo da News Medical Life Science, um site dedicado a notícias da área médica, arqueólogos encontraram no corpo de um rei do Egito Antigo um pino de cobre inserido em sua mandíbula superior. Acredita-se que esse procedimento tenha sido executado após a sua morte de maneira bastante rudimentar com a ajuda de um martelo, por motivos, é claro, puramente estéticos.

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